domingo, 18 de março de 2012

CHUI-BR/CHUY-UY COM UMA VOLTINHA A MAIS!

Trajeto feito em grupo com quatro Harleys, mas eu sem garupa.
Por que tem diferença: viajar sozinho sem garupa; viajar sozinho com garupa; viajar sem garupa em grupo e viajar com garupa em grupo, são quatro situações completamente diferentes.
Mais alguns motivos para amar andar de moto.
Eu falei andar que é diferente de viajar de moto, quem anda não importa o destino e quem viaja quer chegar logo ao destino.
Bem outra hora falo mais sobre estes interesses, agora vamos falar da viajem para o CHUI/CHUY, que na ida eu estava em um grupo com mais três Harley's e foi mais o estilo viajar de moto pensando em chegar, com paradas rápidas, lanches, gasolina, banheiro e vamos sair para chegar logo.
Sexta-feira aí pelas 09horas, mais o menos, saímos do posto Texaco ou é Shell ou é Esso, esqueci, mas enfim do lado do posto Ipiranga perto do laçador, hoje um pouco mais longe que antigamente, mas mais perto do aeroporto.
Viajando de moto - roteiro: Porto Alegre - Camaquã - São Lourenço do Sul - Pelotas - Rio Grande - Santa Vitória do Palmar e finalmente CHUI/CHUY, totalizando 520 quilometros transcorridos com muita normalidade, transito pouco intenso até o TAIM e depois praticamente nenhum transito até o CHUI/CHUY.
Chegamos pelas 14horas e eu como sempre ao acaso fui procurar um hotel, os outros já tinham reservado, mas sei como é o local e achei o hotel Internacional do lado uruguaio, hotel razoável e bom preço.
Encontrei o pessoal que tinha saído antes de nós em um botego (JESUS) do lado uruguaio, conversei um pouco, logo depois fui no bar TANGOS comer um bife a milaneza com pure e cerveja e me retirei rumo ao hotel para falar com a família via facebook e descansar.
Meu descanso durou até sábado as 06horas da manhã, levantei tomei café e as 08horas estava pronto para andar de moto, sem garupa e sem grupo, realmente sozinho na estrada.
Aí pensei que trajeto farei para andar de moto o dia inteiro ? ? ? ? ? ?
Lembrei da estrada do Inferno que passa entre a lagoa dos Patos e o oceano Atlântico, não deu outra rumei para Rio Grande, peguei a balsa até São José do Norte, isso já eram 13:30horas.



Na travessia de balsa da ligação entre a lagoa dos Patos e o oceano Atlântico conheci uma raridade de pessoa o João Ribeiro do Amaral, acho eu legítimo descendente de portugueses, que sabe tudo de história, principalmente quando falamos de São José do Norte, sua cidade natal e Rio Grande, seu desafeto.
Não sou de conversa com pessoas que não conheço, mas ele foi especial, iniciou falando da moto, também estava de moto, e entre entrar, atravessar e descer da balsa, passaram-se 30 a 40 minutos e acho que ficamos amigos. 
E agora sei tudo sobre os portugueses no Rio Grande do Sul.

Estaleiro em São José do Norte, RS


Estaleiro em São José do Norte, RS 

Andando de moto - roteiro: CHUI/CHUY, Rio Grande (atravessei de balsa, desculpe João), São José do Norte(onde a BR 101 começa), Estreito, Bojuru, Tavares(na cidade tem posto de combustível), Mostardas (aqui começa o inferno, ou seja a BR esta toda defeituosa, devemos ter muito cuidado), São Simão, Bacopati, Palmares do Sul, Capivari do Sul (bom restaurante para comer alguma coisa), Viamão(transito intenso, ruim de andar e geralmente algum pardal me pega e levo multa, acho que desta vez não pegou, é um mistério) e Porto Alegre, foram 630 quilometros de estrada sem movimento praticamente nenhum, feita para andar de moto sem destino.
Trecho da BR 101 entre São José do Norte e Capivari do Sul.


 


 



Cheguei em casa as 19horas e a nega véia desceu na garagem para me receber de braços abertos, pois eu voltaria no domingo!
Felicidade completa, andei mais de 1000quilometros de moto em dois dias e chego em casa com ela me esperando. Claro que a filha estava na casa do namorado, mas tudo bem, fazer o que ? ? ? ?

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